Quando, ainda no ano passado, eu consegui o meu primeiro Oscar.... digo, minha primeira parceria EVER com a linda e maravilhosa Editora Belas Letras (TINHAMO, TINHAMO, TINHAMO <3), uma pessoa era responsável por lidar com a gente, os parceiros recém-chegados (e os veteranos também). Logo na primeira semana, um e-mail de boas vindas chegou repleto de memes clássicos que fizeram o lado do meu coração que bate pela zuera quicar de alegria HAHAHAH. "MAS QUEM SERIA ESSA PESSOA TÃO AMORZINHO QUE TÁ NOS ABRINDO AS PORTAS DA CASA?", eu pensei. E logo eu descobri que se tratava de um gaúcho chamado Pedro Guerra, que além de trabalhar no marketing da casa, também era autor.
MAZÉCLARO que imediatamente surgiu a curiosidade de ter acesso a uma das obras dele. Se eu me sentia miga do Pedro só por trocar e-mails sobre a parceria/editora, magina lendo algo que ele escreveu? POIS É! Mas acredita que os livros do Pedro nunca tavam disponíveis pra solicitação? Só consegui pensar, na época, que a saída devia ser tão GIGANTE que eles nunca duram com impressões dos livros do Pedro em estoque. Depois da leitura de "Queda Livre" eu tive plena certeza disso <3
COMO SE DEU A QUEDA...
O livro, que faz parte do selo Quadrilho Editorial (focado em livros de autores gaúchos. Apoio a autores nacionais é só amor, nhu <3) é a continuação do livro "A rainha está morta", lógico que também do Pedro. Como eu sempre sou uma pessoa super ligada nas coisas da vida, acabei solicitando o segundo livro achando se tratar de obra independente ._. HAHAHAH Enfim... Mas isso não impediu que eu aproveitasse a leitura e entendesse tudo do começo ao fim (muito bom isso, afinal, eu detesto ler livro de séries começando pelo meio e boiando total nas coisa HAHAHAH u.u).
Trazendo o personagem carismático Benjamin Lisboa, detetive que aparece também no primeiro livro, a trama se desenvolve a partir do próprio detetive testemunhando, por estar no lugar errado na hora errada, um corpo em queda livre da sacada do 15º andar do prédio mais alto da cidade. A vítima era uma famosa cantora. Mas...
Assassinato? Suicídio? Acidente? Eis algumas das zilhões de perguntas que rondam as pouco mais de cem páginas em que essa história é contada. Se mesclando muito ao estilo de suspense policial de Agatha Christie e James Patterson, mas com estilo de escrita totalmente inovadora e única do Pedro Guerra, a sagacidade do Benjamin faz com que as páginas virem sozinhas e você também se sinta investigando o caso.
Infelizmente esse ano o Pedro não tá mais lá pela editora e não vai mais ter tanto contato com os parceiros, mas eu vou aproveitar todas as oportunidades que tiver pra degustar essa escrita MA RA VI LHO SA que ele tem!
E TU? LERIA O "QUEDA LIVRE"?















